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As
diretorias da Associação Comunitária
do Imbé sempre trabalharam na consecução
dos seus objetivos, aos quais outros se somaram.
Em 1986 no ano de sua criação, com
o rumoroso caso do aterro parcial das Lagoas Armazém
e Tramandaí e com a construção
dos molhes, batalhas judiciais foram travadas
nas quais a Associação se engajou
como assistente do Ministério Público,
impedindo desastres ecológicos. Seguiu-se
outra batalha, que impediu a destruição
das dunas existentes junto ao mar, entre a Avenida
Garibaldi e o final do Município através
da ação civil pública também
ajuizada pelo Ministério Público,
tendo a Associação como assistente,
e muitas outras, relacionadas ora com o barulho
de bares e boates que impediam o descanso e o
sono noturno da população, ora com
a preservação de áreas públicas,
inclusive do quarteirão com 20.000 metros
quadrados onde hoje se localizam as instalações
da Prefeitura, o prédio da Câmara
Municipal, uma escola e uma creche, área
que, tal qual se faz com polenta quente, começava
a ser comida pelas beiras.
Afora
isso, há 20 anos vem dando sustentação
a proprietários de imóveis que fazem
frente às pretensões da União
Federal, que por intermédio da Secretaria
do Patrimônio da União pretende adonar-se
de grande parte do território de Imbé,
dizendo-o ser “terreno de marinha”
ou “terreno acrescido aos de marinha”.
Entre
outras realizações, a Associação
também promoveu um Concurso chamado "O
mais belo jardim da Praia" visando o embelezamento
da mesma, patrocinou o emplacamento das ruas e
subsidiou o conserto de viaturas da Brigada Militar
para melhor atender a comunidade.
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