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Em
dezembro de 1984 e janeiro de 1985, alguns veranistas
de Imbé reuniram-se para constituir uma
associação que os representasse
junto aos Poderes Públicos, especialmente
junto à Prefeitura do Município
de Tramandaí, visando regularização
do recolhimento do lixo doméstico, limpeza
das ruas, manutenção da iluminação
pública e outras providências relacionadas
com as condições ambientais e com
os requisitos de conforto e bem-estar próprios
de estação balnear, de descanso
e recreio.
A assembléia geral de constituição
teve lugar em 9 de fevereiro, sendo aprovados
os estatutos rascunhados por alguns mais experientes
e eleita a primeira diretoria.
| Abaixo,
recorte do jornal Zero Hora,
sobre a ACI: |

| Documento
de registro da ACI: |

O
Jornal NH, na seção
PRAIA, noticia o evento na edição
de 27 de fevereiro de 1985, com as seguintes palavras:
MORADORES
DO IMBÉ FUNDAM UMA ASSOCIAÇÃO
COMUNITÁRIA
Moradores veranistas do Imbé,
mais precisamente da zona denominada Braço
Morto, reuniram-se neste início de fevereiro,
em uma assembléia geral, e fundaram a Associação
Comunitária do Imbé - Braço
Morto.
Mais de 50 moradores estiveram presentes nesta
primeira reunião, oportunidade em que,
também, foi eleita a primeira diretoria
e conselho fiscal, bem como ocorreu a escolha
dos delegados de zona.
A ACI – Braço Morto é
uma entidade apolítica autônoma,
sem qualquer vinculação com outra
entidade pública ou privada, constituindo-se
de moradores e veranistas. Ela se propõe
a colaborar com os órgãos públicos
na solução de questões diretamente
ligadas ao bairro, promovendo esforços
no sentido de garantir a tranqüilidade e
o bem-estar da população, defender
a preservação do meio-ambiente,
bem como propiciar a defesa e melhoria das áreas
destinadas ao uso comum.
A direção da ACI - Braço
Morto é composta pelos seguintes moradores:
Paulo Henrique Kern, Wanderlino Canabarro, Carlos
Dirceu de Andrade, Renato Flores e Adão
Delci Mantovani Dias. Fazem parte do conselho
fiscal, Ruy Amaral, Humberto Mesanelli, Mauro
Lampert, Carlos Alberto Prompt e Henrique Streibel.
Além da direção e conselho
fiscal, a ACI – Braço Morto conta
com a participação de delegados
de zona, que representam a associação
na zona em que residem, apontando problemas e
apresentando melhorias, não só durante
a temporada de veraneio, como também fora
dela. São delegados de zona, Arthur W.
Schneider, Edu João de Deus, Jofre Botomé,
Lacides Fontanella, Lauro José Martins
Filho, Nestor Ibrahim Nadruz e Ricardo Edmundo
Blauth.
O Jornal ZERO HORA, edição
de 18 de fevereiro de 1985, publica a seguinte
nota na coluna “Bandeira Branca”:
ASSOCIAÇÃO Comunitária
do Imbé – Braço Morto
é a nova entidade que está sendo
organizada pelos veranistas do Balneário.
Apolítica, ela tem entre seus objetivos
colaborar com os órgãos públicos
na solução de questões referentes
ao bairro e promover esforços no sentido
de mantê-lo predominantemente residencial,
coibir abusos de ordem imobiliária, defender
a preservação do meio-ambiente e
propiciar a defesa e melhoria das áreas
destinadas ao uso comum.
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